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Pontos
Turísticos
Histórico
de Conceição do Mato Dentro
Os primeiros
moradores da região eram os índios Botocudos. Em janeiro
de 1701, um grupo de bandeirantes partindo de Sabará, sob a chefia
do Coronel Antônio Soares Ferreira, atingiu ao fim da jornada a
região conhecida como Iviturui ou Serro Frio. Dentre esses sertanistas,
Gaspar Soares, Manoel Corrêa de Paiva e Gabriel Ponce de Leon seguiram
em frente rumo ao sul.
O município, então, foi fundado em função
da descoberta de ouro nas margens do Ribeirão Santo Antônio
e seus afluentes, tendo sua primeira caravana formada ao longo do percurso
dos arraiais de Tapera, Córregos e Conceição.
O ano do descobrimento também foi marcado pelo início da
construção de uma capela em homenagem a Virgem Imaculada,
origem do nome do povoado de Conceição e com a abundância
do ouro, a população do arraial logo cresceu tornando-se
uma das maiores e mais belas vilas da região. Possui paisagens
diversificadas que variam de serras a vales fluviais pouco ondulados com
a Serra do Cipó dominando o panorama natural no oeste. A região
predominantemente mineradora no séc. XVIII ficou caracterizada
após o término das lavras por uma agricultura de subsistência
e uma pecuária extensiva. A Matriz de Conceição se
tornou paróquia autônoma em 1752, permanecendo como distrito
de Serro até 1840 devido o declínio da atividade mineradora
e a estagnação econômica do arraial.
Em 1851 foi emancipada com a denominação de Conceição
do Serro, que em 1925 foi alterado para Conceição e, finalmente
em 1943 para Conceição do Mato Dentro por estar situado
na região de Caeté que, na língua indígena,
significa Mato Dentro.
Conceição sofreu um lento processo de desenvolvimento até
1930 pois mantinha-se isolado dos maiores centros da província
e só com a ligação rodoviária com Belo Horizonte,
o crescimento da cidade através do comércio e da produção
agrícola se expandiu.
Atualmente com uma área de 1702 km 2 se destaca no artesanato,
na produção de peças de madeira, couro, barro e bambu,
além de tapeçarias e peças bordadas.
Clique
nas fotos abaixo para ver os detalhes:
Cachoeira
do Mutamba
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Capela
de Santana
Construída
em terreno cedido por Gabriel Ponce de Leon, teve sua benção
inaugural em 1744. Apresenta frontão decorado com telhas
em bicas, bem característico da região de Diamantina,
passando a predominar elementos neoclássicos.
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Capela
Nossa Senhora Rosária dos Pretos
Capela
de N.S do Rosário dos Pretos - as obras foram iniciadas em
1728 pela irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos.
As obras ornamentais no interior datam de 1745. |
Chafariz
da Praça Dom Joaquim
Em pedra
sabão, foi inaugurado em 22 de abril 1825 para substituir
o pelourinho que ali existia desde 1719. A estrutura do chafariz
se constitui, na parte inferior , por quatro carrancas sustentando
com as costas o pedestal onde se assenta um "Guerreiro Guarani'. |
Igreja
Matriz de Nossa Senhora da Conceição
Suas
obras se iniciaram em 1703 sendo concluída em 1802. Desde
1722 já realizava cultos. Exibe magnífico conjunto
de pinturas relativas a paixão de Cristo. Localiza-se no
centro da cidade. |
Lago
das Ninfas
Pequena
queda d'água que forma um poço. |
Santuário
do Bom Jesus de Matozinhos
Em 1745
foi erguido um pequeno templo para a imagem de Cristo crucificado,
tida como milagrosa. Em 1931 a igreja encontrava-se em péssimo
estado de conservação e foi demolida, sendo substituída
por uma construção moderna que conservou apenas as
obras de talha que vieram a ser tombadas pelo IPHAN em 1962. É
o santuário onde há 215 anos ocorre a peregrinação
para comemoração do Jubileu do Senhor Bom Jesus de
Matozinhos. |
Tabuleiro
Cachoeira
do Ribeirão do Tabuleiro, com 273 metros de queda livre está
situada no povoado de Tabuleiro a 19km da sede. É a maior
de MG e a terceira maior do Brasil. O Guia Quatro Rodas 2003 a classificou
como a cachoeira mais bonita do Brasil. |
Fonte: Instituto
Estrada Real e Guia 4 Rodas |